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URGÊNCIA!

Dependência Química em Alcoolismo

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A dependência química em álcool é um transtorno mental que compromete o controle sobre o consumo de álcool e interfere diretamente na saúde física, emocional e nos relacionamentos. Mais do que beber com frequência, o alcoolismo representa uma incapacidade real de parar, não por falta de vontade, mas porque o cérebro e o corpo passam a depender da substância para funcionar.

Se você chegou até aqui buscando respostas para si ou para alguém que você ama, saiba que não está sozinho. Reconhecer os sinais e conhecer os caminhos de tratamento já é um passo importante e estamos aqui para ajudar.

O que é o alcoolismo?

O álcool é uma das substâncias com maior potencial de dependência, e o alcoolismo está entre os transtornos mais comuns no Brasil. Ainda assim, é uma das condições que mais sofre com o estigma, o que faz com que muitas pessoas demorem a buscar ajuda, mesmo quando o sofrimento já é intenso.

O desenvolvimento do alcoolismo costuma ser gradual. O que começa como um consumo social ou como uma forma de lidar com o estresse pode, com o tempo, evoluir para uma necessidade física e emocional pelo álcool. Nesse processo, o cérebro passa a depender da substância para regular o humor, o sono e a sensação de bem-estar.

É por isso que tantas pessoas, mesmo querendo parar, não conseguem sem acompanhamento especializado. A dependência do álcool não é uma questão de caráter ou força de vontade. É uma condição de saúde mental que exige cuidado estruturado e contínuo, e que tem tratamento eficaz.

Quais são os principais sintomas da dependência em alcoolismo?

Os sintomas do alcoolismo variam de acordo com o estágio da dependência, mas costumam se manifestar em três dimensões:

Sintomas físicos:

  • Tremores e sudorese, especialmente nos períodos em que o consumo é reduzido ou interrompido;
  • Náuseas e vômitos ao tentar reduzir ou parar de beber;
  • Insônia e alterações no padrão de sono;
  • Alterações de memória e lapsos frequentes;
  • Danos progressivos ao fígado, coração e sistema nervoso com o uso prolongado.

Sintomas psicológicos:

  • Necessidade crescente de beber para se sentir bem ou funcionar no dia a dia;
  • Ansiedade e irritabilidade intensa quando sem acesso ao álcool;
  • Sensação de que não é possível enfrentar situações difíceis sem beber;
  • Dificuldade de reconhecer a dependência, mesmo diante de consequências evidentes.

Sintomas comportamentais:

  • Dificuldade de controlar a quantidade consumida, mesmo tentando reduzir;
  • Isolamento de amigos e familiares;
  • Dificuldade crescente de manter responsabilidades no trabalho, nos estudos ou em casa;
  • Manutenção do consumo mesmo após consequências graves na saúde ou nos relacionamentos.

Síndrome de abstinência: quando é uma emergência?

A abstinência alcoólica é diferente da maioria dos outros processos de abstinência e essa diferença precisa ser conhecida. Em pessoas com dependência moderada a grave, parar de beber de forma abrupta pode desencadear a Síndrome de Abstinência do Álcool (SAA), uma condição médica séria que exige atenção imediata.

Os sinais de alerta incluem:

  • Tremores intensos, especialmente nas mãos;
  • Sudorese excessiva e febre;
  • Agitação intensa, confusão mental ou alucinações;
  • Convulsões;
  • Aceleração dos batimentos cardíacos e pressão arterial elevada.

Esses sintomas podem se agravar rapidamente e, em casos graves, colocar a vida em risco. Se você ou alguém próximo apresentar qualquer um desses sinais ao reduzir ou parar de beber, não espere: procure o Pronto Atendimento imediatamente.

A desintoxicação do álcool deve ser feita sempre com acompanhamento médico, nunca de forma solitária ou sem supervisão especializada.

Qual é o diagnóstico para o alcoolismo?

O diagnóstico é feito por um médico psiquiatra, com base na avaliação clínica do paciente. Não existe um exame isolado que confirme a dependência, o que orienta o diagnóstico é a análise do padrão de consumo, dos sintomas apresentados e do impacto do álcool na vida da pessoa.

Na Classificação Internacional de Doenças, o alcoolismo está registrado sob o código F10, que abrange os transtornos mentais e comportamentais decorrentes do uso do álcool.

Buscar o diagnóstico o quanto antes faz diferença direta nos resultados do tratamento. Quanto mais cedo a dependência é identificada e cuidada, maiores são as possibilidades de recuperação.

Como é o tratamento da dependência química em alcoolismo na ViV?

O tratamento para o alcoolismo tem eficácia comprovada e precisa ser construído de acordo com a história e o momento de vida de cada pessoa. Na ViV, a jornada assistencial é integrada e acompanha o paciente em todas as fases, do acolhimento inicial ao acompanhamento ambulatorial e à reabilitação, com equipe multidisciplinar especializada em cada fase.

Tratamento com médico psiquiatra

O psiquiatra avalia o quadro clínico, define o nível de cuidado necessário e coordena todas as etapas do tratamento. O acompanhamento é contínuo, individualizado e se adapta à evolução de cada paciente ao longo do processo.

Internação psiquiátrica

Quando o nível de dependência exige um cuidado mais intensivo, a internação oferece um ambiente seguro e estruturado para que o processo de desintoxicação aconteça com monitoramento médico constante, especialmente importante nos casos com risco de síndrome de abstinência.

A rede ViV conta com unidades preparadas para oferecer esse cuidado com acolhimento, segurança e abordagem baseada em evidências.

Psicoterapias e suporte emocional

As terapias comportamentais e emocionais trabalham as causas por trás do consumo, os gatilhos que mantêm a dependência e as habilidades necessárias para construir uma vida diferente. O apoio familiar estruturado também faz parte desse processo, fortalecendo a rede de suporte do paciente ao longo de toda a recuperação.

Medicamentos

Em muitos casos, medicamentos são indicados para reduzir os sintomas de abstinência, diminuir o desejo pelo álcool e tratar transtornos associados, como ansiedade e depressão. A prescrição é sempre feita pelo psiquiatra e ajustada de acordo com a resposta de cada paciente.

Quando considerar a internação?

A internação é indicada quando o nível de dependência exige um suporte mais intensivo e estruturado do que o acompanhamento ambulatorial consegue oferecer. Alguns sinais que apontam para essa necessidade são crises graves de abstinência, risco de danos físicos sérios, presença de outros transtornos mentais associados, tentativas anteriores de tratamento sem resultado ou um ambiente que dificulta a recuperação.

A internação não é um retrocesso. É, em muitos casos, a decisão que cria as condições necessárias para que o tratamento funcione de verdade.

A ViV está pronta para cuidar de você

Somos um grupo integrado de saúde mental e emocional com estrutura completa para tratar o alcoolismo do início ao fim, do Pronto Atendimento 24 horas à reabilitação. Nossa rede conta com Hospitais de Internação, unidades Leviva, ambulatórios e residências terapêuticas, todos integrados para oferecer o cuidado adequado a cada fase.

Cada paciente recebe um plano terapêutico individualizado, com abordagem baseada em evidências e suporte contínuo de uma equipe especializada.

Estamos aqui para ajudar em todas as fases do tratamento. Se você tem dúvidas, deseja agendar uma consulta ou precisa de atendimento imediato, entre em contato com a ViV clicando AQUI. O atendimento é sigiloso e humanizado — e você não precisa ter todas as respostas para dar o primeiro passo.

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